segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Multidão reunida na marcha em favor da vida contra o aborto


Caminhada, na Avenida Beira-Mar, teve como motes a aprovação do Estatuto do Nascituro e o combate ao aborto

Na luta contra a legalização do aborto, uma multidão se reuniu, na tarde deste domingo, na Avenida Beira-Mar, para mais uma edição da Marcha pela Vida Contra o Aborto, promovida pelo Movimento em Favor da Vida (Movida). A iniciativa ainda conta com o apoio de entidades como a Câmara Municipal de Fortaleza, Associação Estação da Luz e Comitê Cearense da Cidadania Pela Vida - Brasil Sem Aborto.

Em 2013, o movimento tem como tema o "Estatuto do Nascituro", projeto que tramita na Câmara dos Deputados há seis anos e cujo objetivo é garantir a proteção à vida do ser humano desde a concepção, antes mesmo do nascimento.

Mais proteção

"Lutamos para que haja mais esse meio de proteção às vidas da mulher e da criança. O Estatuto do Nascituro vem reforçar os direitos que nós já temos desde a concepção, proclamados pela Constituição Federal, pelo direito civil e pelos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário. Defender o estatuto é, consequentemente, uma forma de combater a prática do aborto", pontua Marília Bitencourt Campos Calou, coordenadora institucional do Movida.

A caminhada foi animada pela presença da cantora baiana Márcia Porto e do cearense Chico Pessoa, que apresentaram algumas canções durante o percurso. "Eu faço parte desse projeto porque é um direito de todos. A vida deve ser conservada acima de tudo. Quando nos manifestamos contra o aborto, estamos defendendo a vida", coloca Chico Pessoa.

Barrigas pintadas

Um grupo de mulheres grávidas, pertencentes à Associação Maria Mãe da Vida, organização do Pirambu que apoia jovens mulheres em situação de risco, exibia mensagens e desenhos de incentivo à proteção dos bebês pintados em suas próprias barrigas, num apelo pela conservação da vida.

"Ninguém pode dizer que uma vida não deve mais ter os seus direitos. A Marcha pela Vida tem a ver com a sociedade que nós queremos ter. Uma sociedade que admite a morte de crianças indefesas, ainda na barriga da mãe precisa rever seus próprios princípios éticos", conclui Marília Bitencourt. Durante o evento também foram recolhidas assinaturas dos presentes para um abaixo assinado em favor da legalização do Estatuto do Nascituro.


Fonte: Diario do Nordeste

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