quarta-feira, 27 de novembro de 2013

SINDICAM-CE I CONFRATENIZAÇÃO FIM DE ANO 2013


  
VENHA PARTICIPAR!!!

I CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO DO SINDICAM-CE, COM TORNEIO DE FUTEBOL SOCIETY E SORTEIO DE PRÊMIOS  BANDAS DE FORRÓ,  FEIJOADA  E COM LAZER PARA A CRIANÇADA.

DIA: 15/12/2013
LOCAL: CLUBE GRESSE
AV. BORGES DE MELO 1881
HORÁRIO:  08h AS 17h
     
VALOR DA PREMIAÇÃO DO TORNEIO
- 1º LUGAR ( R$ 500,00)
- 2º LUGAR ( R$ 300,00)
- 3º LUGAR ( R$ 200,00)

Informações pelos telefones:
 ( 85) 3021- 3326 e 3021 -3162


Fonte: Sindicam-ce


Gol é condenada a pagar indenização de R$ 1 milhão por retaliação contra grevistas


VRG Linhas Aéreas, subsidiária da Gol, foi condenada a pagar indenização de R$ 1 milhão por danos morais coletivos, relacionados a uma greve em dezembro de 2010. A decisão da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-Distrito Federal e Tocantins), que considerou que a empresa promoveu retaliações contra funcionários envolvidos na paralisação. Os recursos serão destinados ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Procurada, a Gol afirmou que "irá se manifestar nos autos do processo".
A ação foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que pediu a punição da companhia, que teria dispensado e descomissionado empregados que mantinham posição de liderança do protesto comandado pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários.
Segundo comunicado divulgado pelo TRT-DF/TO, o juiz Gilberto Augusto Leitão Martins, da 11ª Vara do Trabalho de Brasília, aceitou parcialmente o pedido do MPT, por considerar que houve conduta antissindical (contra o direito de greve) e assédio moral, caracterizado pelas demissões.
No processo, a Gol argumentou que agiu dentro da lei, já que decisões do Poder Judiciário reconheceram, na época, a greve como ilegal. A empresa alegou, ainda, que as dispensas e descomissionamentos ocorreram por motivos técnicos decorrentes da redução da malha aérea. "Fica claro que a ré procedeu de forma a desestimular o exercício do direito de greve de seus empregados, usando artifícios subliminares, sub-reptícios, em clara perseguição aos que vierem a aderir à greve", considerou o relator, segundo comunicado do Tribunal.

Fonte: TST

Produtores de MT temem falta de caminhões para escoar a produção



Produtores de Mato Grosso estão preocupados com a falta de caminhões para transportar a produção agrícola da safra atual. Por mais que os trabalhos estejam concentrados nos campos, os agricultores temem prejuízos e gastos extras com a colheita da safra, que deve ocorrer entre janeiro e fevereiro de 2014.
O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Carlos Fávaro, destaca que a super produção da safra mato-grossense irá contribuir para a demanda aquecida por caminhões. “A nossa safra cresceu de 15 milhões de toneladas para 25 milhões de toneladas nos últimos anos. Só a produção de milho passou de 7 milhões de toneladas para 22 milhões de toneladas em dois anos. Implicando na necessidade de mais veículos  paratransportar os grãos, levando em conta que temos a rodovia como principal modal utilizado no estado”.
Ele afirma ainda que há uma competição entre os fretes curtos, que é da lavoura até os armazéns, e os fretes  longos, dos armazéns aos portos brasileiros. “Entre o frete curto e longo, a prioridade é para o longo. Isso acontece porque não temos integração entre diversos modais de transportes”. Para o representante do setor, a falta de caminhões continuará sendo um problema para os produtores mato-grossenses até o momento em que sejam usado caminhões para o transporte curto da produção, integrando com as barcaças e ferrovias nos trechos mais longos.
O superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidôneo, acrescenta que a elevação no preço do frete, devido o aumento da demanda, é comum neste período. Ele avisa para os produtores ficarem atentos afim de evitar a alta excessiva dos preços. O gasto para o transporte da produção representa 19% do custo total da soja, por exemplo. Segundo o Imea, entre a safra 12/13 e 13/14 esse desembolso aumentou quase 17%, passando de R$ 44,33 por hectare para R$ 44,33 por hectare.

Fonte: AgroDebate

Governo vai lançar pacote bilionário de obras rodoviárias



Superada a greve que paralisou boa parte de suas atividades por 74 dias, e após a revisão de projetos e a resolução de entraves em licenciamentos, o Departamento Nacional de Infraestrutura deTransportes (Dnit) lança nos próximos dias um amplo pacote bilionário de obras rodoviárias em Minas Gerais, Pernambuco e Bahia, além da publicação dos editais para a licitação de quatro pontes no Paraná, Rondônia e Pará.
Depois das recentes concessões à iniciativa privada, oDnit realizará, agora, a maior parte das obras incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC). “Vamos encurtar prazos e acelerar a entrega das obras”, informou o diretor-geral do Dnit, general Jorge Fraxe, ao Estado.
A mais vistosa é o chamado Arco Metropolitano do Recife, contorno rodoviário de quase 80 quilômetros. A obra, ainda no anteprojeto, tenta desafogar o pesado tráfego na BR-101, que atravessa uma zona urbana densamente habitada. Quando pronta, ligará o município de Igarassu, ao norte, até o complexo industrial do Porto de Suape, ao sul do Recife.
“Vai ser uma obra maravilhosa”, diz o general Fraxe. A obra, informou, deve custar “algo em torno” de R$ 1 bilhão. “Um pouco mais, um pouco menos.” Isso porque o RDC não prevê a divulgação dos valores exatos do orçamento. A definição do vencedor ocorre pelo menor preço via propostas e ofertas públicas, normalmente com deságio.
Disputa
A obra na BR-101 foi pivô de uma disputa de bastidores entre a presidente Dilma Rousseff e o governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB). Em 2011, Campos anunciou o arco como Parceria Público-Privada (PPP), encomendou estudos e chegou a desapropriar 900 hectares na região. A Fiat apostou na obra ao instalar-se no município de Goiana, quase na divisa norte com a Paraíba. Em março, Dilma avisou que o governo federal faria o contorno estratégico para a região metropolitana da capital.

Ambos venderam a história como um entendimento entre União e Estado para fazê-la como obra pública. As obras na BR-408, que dá acesso à Arena Pernambuco, foram lançadas e vão terminar, segundo Fraxe.
Rodovia da morte
O Dnit relançará, até dezembro, a licitação para a duplicação de quatro trechos da BR-381, a chamada “rodovia da morte”, que liga Belo Horizonte a Governador Valadares, no norte de Minas. Até aqui, o custo somou R$ 1,4 bilhão. Esses percursos não licitados registraram preço acima do máximo calculado pelo Dnit. Como não houve negociação, ficaram para uma segunda oferta.
A obra é licitada no sistema RDC Integrado, que prevê desde a elaboração dos projetos até a execução final. Assim, as empreiteiras têm de arcar com eventuais aumentos de custos por erros no projeto e atrasos na entrega, algo comum em licitações públicas até aqui.
Os lotes que vão ao pregão são dois trechos entre Sabará e Santa Luzia e dois trechos curtos próximos aos municípios de Jaguaraçu e Ribeirão Prainha, compostos por vários túneis. A licitação de 7 dos 11 lotes foi concluída “há um mês”, segundo o diretor do Dnit. “Agora, vamos lançar os quatro que faltaram.”
Na Bahia, o Dnit prevê a licitação da duplicação da BR-101, cujas obras se aproximam da divisa com Sergipe. E também o lançamento da duplicação do anel rodoviário da BR-116 em Feira de Santana.
Pontes
O pacote de obras também englobará a licitação de quatro pontes em regiões diferentes do País. A primeira será a segunda ponte internacional em Foz do Iguaçu. Outra ponte internacional ligará Guajará-Mirim à cidade boliviana de Guayaramerin. As demais ficam na Região Norte do País.
Fonte: Estadão


Exame obrigatório vai detectar uso de drogas por motoristas profissionais


Os motoristas profissionais de caminhões, carretas e ônibus vão passar por um exame que detecta o uso de drogas em um período de 90 dias antes do teste.
A resolução é do Conselho Nacional de Trânsito e determina que esse exame seja feito na hora de tirar ou renovar a carteira. O repórter Wilson Kirsche mostra como funciona o mercado de substâncias ilegais nas estradas.
Na cabine, um abuso declarado, bem conhecido por motoristas que não usam, mas são testemunhas do consumo entre os colegas. “Não estão tomando rebite, estão cheirando pó mesmo”, diz um caminhoneiro.
“Cocaína, crack, maconha”, afirma outro caminheiro.
Eles contam que o mercado clandestino transforma pátios e estacionamentos em pontos de tráfico. “Qualquer lugar que você chegar, acha. É como comprar doce no mercado”, diz um caminhoneiro.
Um caminhoneiro que não quer mostrar o rosto só dirige tomando comprimidos estimulantes, conhecidos como rebites. Ele diz que já passou cinco dias sem dormir para dar conta das entregas e aumentar a renda. “Na primeira noite dois, na segunda noite quatro, na terceira noite seis. E aí vai. Te deixa ligado a noite toda, que é o que cara precisa para poder rodar”, conta.
É esse perigo que está na mira da lei. A resolução do Contran vai tornar obrigatório o exame toxicológico ,que detecta consumo de drogas, para emissão e renovação da carteira de motorista, nas categorias C,D e E. As análises terá que ser feita em laboratório credenciado, e o laudo apresentado junto com os exames exigidos pelo Detran.
Para os testes serão coletadas amostras de cabelos, pelos ou unhas. O exame vai mostrar se houve uso de maconha, cocaína, crack ou anfetamina até 90 dias antes da coleta. “A queratina presente nos pelos e cabelos aprisiona pequenas moléculas das drogas, tornando possível que nós as detectemos por um período maior. O resultado sai em aproximadamente 15 dias”, explica o diretor de laboratório Vicente Milani.
Se o resultado der positivo para o uso de drogas, a resolução também permite que seja feita uma contraprova, até 90 dias depois do exame. O motorista só vai poder retirar ou renovar a habilitação se esse novo teste der negativo.
O sindicato dos caminhoneiros reconhece que o rigor do exame vai barrar muita gente, e que será preciso fazer campanhas de conscientização entre os profissionais. “Tem que investir muito nessas campanhas, nessas orientações, para que a gente possa ter uma equipe boa”, ressalta Carlos Dellarosa.
Transportadoras ouvidas pelo Bom Dia Brasil apoiam a medida, mas afirmam que não têm como arcar com o custo do exame, de R$ 350 a R$ 400. O teste teria que ser bancado pelos motoristas. “Para ele ser contratado pela empresa ele vai estar com os documentos todos em ordem, vai ter que estar. Então esse custo vai ser repassado para ele, infelizmente”, diz a supervisora de transportadora Débora Quaglio.
Mesmo assim, dentro da boleia, a aprovação é quase geral. Os caminhoneiros sabem que esse vai ser o preço da segurança. “Quanto menos louco na estrada, melhor”, diz um caminhoneiro.
A resolução já foi publicada, mas o Contran deu prazo até julho do ano que vem para começar a exigir o exame.


terça-feira, 26 de novembro de 2013

SINDICAM-CE I CONFRATENIZAÇÃO FIM DE ANO 2013


 
  
VENHA PARTICIPAR!!!

I CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO DO SINDICAM-CE, COM TORNEIO DE FUTEBOL SOCIETY E SORTEIO DE PRÊMIOS  BANDAS DE FORRÓ,  FEIJOADA  E COM LAZER PARA A CRIANÇADA.

DIA: 15/12/2013
LOCAL: CLUBE GRESSE
AV. BORGES DE MELO 1881
HORÁRIO:  08h AS 17h
     
VALOR DA PREMIAÇÃO DO TORNEIO
- 1º LUGAR ( R$ 500,00)
- 2º LUGAR ( R$ 300,00)
- 3º LUGAR ( R$ 200,00)

Informações pelos telefones:
 ( 85) 3021- 3326 e 3021 -3162


Fonte: Sindicam-ce


Mais de 200 mil caminhões precisam ser retirados de circulação no Brasil




CNT e outras entidades entregam ao governo Programa Nacional de Renovação de Frota.

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) e entidades do setor automotivo, da indústria metalúrgica, entre outras, entregaram ao governo federal, nessa segunda-feira (25), uma proposta para renovar a frota de veículos pesados no Brasil. Atualmente, são cerca de 230 mil caminhões com mais de 30 anos. Esses veículos têm tecnologia ultrapassada e poluem mais do que caminhões novos. Também contribuem para aumentar os riscos de acidentes e os congestionamentos porque apresentam defeitos mecânicos com maior frequência.

A proposta entregue à Casa Civil e ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior é voltada para os caminhoneiros autônomos e foi construída com base no Plano Nacional de Renovação de Frota de Caminhões (RenovAR), desenvolvido pela CNT. De acordo com o presidente da CNT, senador Clésio Andrade, “há vários anos, a Confederação Nacional do Transporte vem unindo esforços para sensibilizar o governo e outras entidades públicas e privadas sobre a necessidade de o Brasil implantar esse plano de renovação, pois essa é uma urgência do país sob os aspectos social, ambiental e econômico”.

Os caminhoneiros autônomos representam 89% da frota com mais de 30 anos. Entretanto, eles têm dificuldades na aquisição de um veículo novo. “A expectativa da CNT e das outras entidades que compõem o grupo é que o governo federal disponibilize linhas de financiamento especiais por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com mais facilidades de acesso ao crédito”, diz o senador Clésio Andrade. Também está inserida na proposta a disponibilização de benefícios fiscais e a necessidade de o governo regulamentar os centros de reciclagem de veículos.

Basicamente, a proposta prevista no Programa Nacional de Renovação de Frota funciona da seguinte forma: o caminhoneiro autônomo entrega o seu caminhão de mais de 30 anos a um centro de reciclagem e recebe um crédito tributário de R$ 30 mil e uma certificação de que o veículo foi destruído. Com esse documento, ele adquire um caminhão novo em alguma concessionária em condições especiais de financiamento, com juros baixos e prestações com valores mais atraentes.

O caminhoneiro autônomo tem ainda a possibilidade de trocar o veículo por outro caminhão usado, com até 10 anos. Se a proposta for implementada pelo governo federal, a expectativa é que em menos dez anos a atual frota de caminhões com mais de 30 anos esteja renovada. O governo federal se comprometeu a analisar internamente a proposta das entidades e deve apresentar um cronograma de implantação do programa.
Cynthia Castro
Agência CNT de Notícias